Caso Mateus - dentro e fora Comunicação com Filipe Pinheiro (Ex-professor de Informática..

Quinta-feira, Setembro 03, 2009

A VERDADEIRA LETRA DE "TURN THE TIDE" DOS JOHNNY HATES JAZZ

Finalmente, o mistério acabou. A letra oficial de "Turn The Tide" dos Johnny Hates Jazz foi encontrada no fansite de Clark Datchler (http://www.clarkdatchlerfansite.com)

Can you save me from myself again
I'm drowning in this ocean
I'm sinking like a stone again
How long can I hold on?
Closer now
I hear the waves come crashing
They'll just pull me down
To stay around
Together we can face it

I know we can turn the tide
Together we can change the way things are
Letting go is suicide
Give me back love love love

Can you take me to the end again
Paint a different picture
Message to me heaven-sent
Says that I'm forgiven
Closer now,
I feel the storm upon us
Falling through the clouds
Headed down
But together we can break it

I know we can turn the tide
Together we can change the way things are
Letting go is suicide
Give me back the love love love

Never say never
I never kissed
My luck could've changed
Could've changed

Trust me now
I feel the winds are changing

I know we can turn the tide
Together we can change the way things are
Better take a look inside
All we need is love love love
All we need is love love love
I know we can turn the tide
yeah...
we need love love love
we need love love love
love love love

we need love love love
Can you save me.

Quarta-feira, Abril 15, 2009

Revista Veja, Editora Abril, edição 2024, ano 40, nº 35, 5 de setembro de 2007, página 20

“...os bancos do mundo deixarão de emprestar 2 trilhões de dólares em 2008, só para poder se enquadrar nos ditames de Basiléia I e II. Um tiro no pé dos bancos e na economia do planeta.”

* Previsão confirmada em 5 de dezembro de 2008:

"Oppenheimer & Co analyst Meredith Whitney, among the earliest to turn bearish on the sector, said she expects lenders to pull more than $2 trillion of credit lines over the next 18 months, with severe consequences for U.S. consumers."

Artigo

Por que os grandes emprestadores de hoje são os fundos de pensão, hedge fund, e as empresas de private equity, e não os bancos comerciais, com seus mais de 500 anos de tradição nessa área? A origem da crise atual remonta a 1933 e 1935, quando o governo americano instituiu uma série de regulamentos visando a impedir que os bancos emprestassem além de sua capacidade financeira. Esses regulamentos foram sendo modificados ao longo dos anos, e sua última versão são os acordos de Basiléia I e II.

Neles encontramos a regra básica comum a todos: "Os bancos poderão emprestar no máximo doze vezes seu capital e reservas, corroídos pela inflação do ano, ano após ano". Deve ser a regra mais estapafúrdia e incoerente da história econômica do mundo, porque enfraquece a capacidade de emprestar dos bancos ano após ano, justamente o contrário do que queriam fazer. Imagine o estrago que acarretaram ao setor bancário vinte anos de inflação multiplicados pela alavancagem de doze vezes o patrimônio líquido. Devido à inflação média somente deste ano, os bancos do mundo deixarão de emprestar 2 trilhões* de dólares em 2008, só para poder se enquadrar nos ditames de Basiléia I e II. Um tiro no pé dos bancos e na economia do planeta.

Os bancos comerciais, para sobreviver, mergulharam de cabeça em outras atividades, como serviços, derivativos, securitização de recebíveis. No ano passado, somente os bancos americanos realizaram a loucura de 157 trilhões de dólares em derivativos, contra 500 bilhões em 1988. Hoje, os empréstimos não passam dos 6 trilhões; o negócio dos bancos comerciais agora é outro.

No Brasil, sentimos o efeito dessa regra bancária insana em 1982 e 1983, quando a inflação americana atingiu 20%, obrigando os bancos a recolher 20% de seus empréstimos, por simples regulamentação governamental, criando a famosa crise da dívida externa, que nos causou uma década e tanto perdida. Acusaram-nos na época de ser um país superendividado, de ter tomado empréstimos demais, quando na realidade eram eles que estavam sendo forçados a dar empréstimos de menos. Os bancos também foram acusados injustamente de ter emprestado sem rigor, o que resultou nesses acordos ainda mais rígidos de Basiléia I e II, que mantiveram o absurdo original de usar como cálculo um capital corroído anualmente pela inflação. Um enorme retrocesso.

Compare isso com a regra utilizada pelo Banco Central brasileiro até 1995: "Os bancos poderão emprestar até doze vezes seu capital, corrigido anualmente pela inflação".

Se em vez de pedirem moratória, implorarem por mais prazo, nossos negociadores tivessem exigido a troca do "corroído pela inflação" por um "corrigido pela inflação", os bancos americanos teriam tido o necessário espaço para respirar e teríamos resolvido a não-crise numa boa. Tínhamos até a obrigação de alertar o mundo, pois só os economistas brasileiros enxergam essas frases em itálico, calejados que fomos pela inflação. Mas, em 1995, nosso Banco Central introduziu, inexplicavelmente, a regra "corroído pela inflação", enfraquecendo nosso sistema bancário, forçando-o a ganhar dinheiro com serviços, e não com empréstimos, comprometendo o crescimento do Brasil – mais um erro do governo FHC.

Há males que vêm para o bem. Por termos enfraquecido o setor bancário mundial, hoje existem novos personagens dando crédito, crédito mais bem distribuído, menos conservador, mais agressivo. Agora, em vez de o risco ser concentrado nos 100 maiores bancos do mundo, como em 1983, o risco está pulverizado entre 45.000 fundos e no mínimo 200 milhões de investidores de classe média para cima.

Muitos desses fundos estão de fato com problemas. Investidores que escolheram erradamente fundos muito alavancados e concentrados amargarão prejuízos, mas não teremos o risco de quebra em massa nem o contágio de bancos em liquidação, como antigamente.

Stephen Kanitz é formado pela Harvard Business School

Domingo, Abril 12, 2009

Olá! Sou o Carlos Viana, moro no Porto e não vim para candidatar, mas sim para apresentar
a errata linguística. Na primeira emissão da 10ª temporada de "Querido Mudei a Casa",
antes da entrevista entre a apresentadora e a Ana, das reacções dos membros da família e
das comparações entre antes e depois da mudança provocada pelos membros de construção
(Carlos e Cia), a apresentadora disse: "...há 5 dias atrás". A frase "...há 5 dias atrás"
está incorrecta. devia dizer "...há 5 dias.". A colocação na mesma frase do verbo haver e
do advérbio atrás é considerada erro. O "há" é sinónimo de "atrás".

Exemplo:

"Há 4 anos..." Correcto
"4 anos atrás..." Correcto
"Há 4 anos atrás..." Absolutamente errado


Agradeço que a produção diga à apresentadora para que apresente a errata ou a produção
apresente a errata no próximo "Querido Mudei a Casa". Não apresentar errata é um insulto
ao bom português.

Abraço,
Carlos

Quinta-feira, Fevereiro 26, 2009

Olá! Eu sou o Carlos Viana, moro no Porto e quero que vocês me enviem páginas extraídas das revistas "Maria", "Mulher Moderna", "VIP" e "Nova Gente" que contêm anúncios de lingerie (todas de 1999 a 2002). Agradeço que façam o favor.

Contacto: 91 829 51 92
E-mail: carlosavianafutebol@iol.pt

Sexta-feira, Setembro 19, 2008

Cuidado com as bandas que são perigosas! Aqui está a lista:

Ukurralle
DECRETO 77
dead corporation
deskarga etílica
Tédio boys
Trinta E Um
Cabelo Duro
acromaníacos
alien squad
anti-clockwise
Antitude
barafunda total
Barcos
Bizontes Kanibais
comme restus
ku de judas
Friits
Ibéria
Intervenzione
Legendary Tigerman ( The )
One man band
da weasel
Mão morta
ornatos violeta (?)

Ambiente de trabalho: 10 comportamentos a evitar

Procurámos saber quais as questões mais susceptíveis de gerar conflitos no local de trabalho.




Se nos fosse pedido para avaliar o ambiente de trabalho e a relação entre colaboradores da empresa, a maior parte de nós era capaz de enumerar rapidamente um vasto rol de reclamações sobre o comportamento e atitudes de colegas, chefias e todas as pessoas com quem convivemos diariamente.
Por regra, estamos tão preocupados em comentar e julgar os comportamentos dos outros que nos esquecemos de olhar para a forma como nos comportamos e reagimos no dia-a-dia.
E quando o problema não está no “colega do lado”, mas em nós? Procurámos saber quais as questões mais susceptíveis de gerar conflitos no local de trabalho.

- Não cumprimentar os colegas. É obviamente interpretado como sinal de falta de educação deixar de cumprimentar os colegas ou despedir-se deles, pelo menos no que diz respeito aos que estão mais próximos de si.

- Atender telefonemas pessoais durante reuniões de trabalho. Qualquer tipo de chamada telefónica deve ser ignorada durante uma reunião de trabalho, especialmente se estas forem de cariz pessoal. Se lhe parecer que o assunto pode ser urgente, saia de forma discreta e evite ausentar-se por muito tempo.

- Colocar o telefone em alta voz. Pode ser uma solução prática mas, a não ser que tenha um gabinete individual, absolutamente proibida! É muito desagradável aguentar conversas telefónicas em alta voz ou ficar a ouvir os sinais de indicação de espera ou de telefone interrompido.

- Fumar perto dos colegas. Obrigar os outros a conviver com o seu vicio é, no mínimo, uma atitude desrespeitadora. Se a sua empresa não tem normas específicas sobre os locais em que é proibido fumar, saiba “auto-regular-se” e respeitar os direitos dos não-fumadores.

- Não saber medir as palavras. Estar constantemente a resmungar ou utilizar uma linguagem imprópria, são comportamentos criticados pela maioria das pessoas. Lembre-se que, por mais informal que seja, este não deixa de ser o seu ambiente de trabalho e importa saber cumprir algumas regras.

- Mexer ou utilizar material dos outros sem pedir autorização. Desde os tempos da escola que aprendemos que não se deve fazer uso do que é dos outros sem o seu consentimento. Pior ainda, é devolver coisas emprestadas, em mau estado ou danificadas.

- “Meter-se” na vida alheia. Mais frequente em espaços de open-space, ouvir as conversas dos colegas ou espreitar o que estão a fazer é verdadeiramente incomodativo. Seja discreto, e, ainda que não consiga evitar ouvir, a boa-educação obriga a que se faça de distraído ou tente ignorar.

- Não preservar o local de trabalho. Deverá ter o cuidado de manter o seu espaço organizado e limpo, sobretudo se está em local de passagem ou “à vista de todos”. O cuidado deverá ser redobrado, em relação aos espaços e equipamentos comuns.

- Não pedir desculpas. Quando se apercebe que “foi longe demais” seja humilde e saiba desculpar-se pelos seus actos. Igualmente, é importante saber dar o braço a torcer durante uma discussão quando se apercebe que a razão não está do seu lado.

- Estar sempre a “pedinchar”. Não queira ser o colega que está constantemente a pedir favores: seja um cigarro, trocos para o café, ajuda com a fotocopiadora, atender o seu telefone… O espírito de entreajuda é normal entre colegas mas convém saber retribuir favores de vez em quando!

Quinta-feira, Setembro 18, 2008

Dez maneiras de aliviar o stress

Conheça algumas das formas de controlar os efeitos desta doença do século XXI.




Independente da rotina diária habitual, da profissão que temos ou mesmo do nosso estado civil e familiar, acabamos por estar sempre sujeito a um nível de stress relativamente elevado, resultado dos tempos agitados que vivemos hoje em dia. Apesar dos conhecidos malefícios desta doença do século XXI, a verdade é que existem formas de controlar este estado.

1. Exercite-se - Se escolher uma actividade de que gosta, verá que esta será uma boa forma de descarregar as energias negativas e recarregar baterias e Para além do tradicional ginásio, pode optar por actividades como andar a pé, trabalhos domésticos, dança, entre outras.

2. Alimente-se convenientemente - Procure melhorar a sua dieta, com refeições equilibradas e eliminando alimentos demasiado "pesados" como os enchidos, fritos e afins. Evite almoçar de pé.

3. Deixe o tabaco e o álcool. - Ao contrário do que possa pensar, os efeitos do tabaco e álcool são prejudiciais e não o ajudam a combater o stress, mesmo que aparentemente o "acalmem". Opte por um chá, ou por um sumo natural, muito mais revigorantes e saudáveis.

4. Relaxe - Desenvolva algumas técnicas de relaxamento, que possa praticar no local de trabalho. Feche os olhos, e respire devagar e pausadamente, por exemplo.

5. Não passe muito tempo sentado - Tente levantar-se frequentemente, nem que seja para só para mudar de posição. Também ajuda fazer alguns exercícios de alongamento. Pode por exemplo, espreguiçar-se… Apesar de não ser muito bonito, sabe muito bem!

6. Aprenda a dizer "NÂO" - Querermos corresponder a todas as expectativas que têm a nosso respeito, pode ser um "fardo" muito pesado. Quando um pedido lhe parecer exagerado, ou simplesmente não tiver tempo para tal, diga "não".

7. Reserve tempo para si - Dedique algum tempo do seu dia a desenvolver alguma actividade de que gosta, como ler, pintar, fazer jardinagem… Pode sempre utilizar a hora de almoço para estar com alguns amigos, ou fazer umas compras.

8. Aprenda a gerir o seu tempo - Distinga o que tem de ser feito, do que deve ser feito, e "desvalorize" as actividades pouco importantes.

9. Organize-se - A falta de organização é uma causa importante para a ocorrência de stress. Planeie o seu dia, e defina objectivos alcançáveis.

10. Procure dormir bem - O sono é um dos mais eficazes meios para aliviar o stress. Faça refeições leves ao jantar e deite-se cedo, sem televisão ligada nem muita luz no quarto.

9 atitudes que lhe podem custar o emprego

Para evitar sentir-se na corda bamba, fique atento a algumas das atitudes mais condenadas por parte das empresas.




Ninguém deseja sentir o seu emprego ameaçado, sobretudo quando se gosta do que se faz e o panorama geral não está muito animador. Claro que, sendo um profissional tecnicamente competente, certamente achará que não tem motivos para sentir-se inseguro. No entanto, quando o clima é de maior instabilidade, importa ter em conta que existem competências pessoais e relacionais que têm muita importância na forma como é visto pelos outros e que, no limite, lhe podem mesmo chegar a custar o emprego.
Para evitar sentir-se na corda bamba, fique atento a algumas das atitudes mais condenadas por parte das empresas.

1º Ficar acomodado. Pensa que está na empresa há tanto tempo a desempenhar as mesmas funções que já não tem de “provar nada a ninguém”? Desengane-se. Este poderá ser um factor para que o seu emprego fique em risco. Preocupe-se em manter as suas competências actualizadas para não perder a competitividade face a profissionais mais jovens.

2º Ser mal-educado. Utilizar linguagem inapropriada no local de trabalho ou não ter a preocupação de ser minimamente simpático para os colegas. O caso agrava-se quando as suas funções obrigam a um relacionamento directo com clientes.

3º Reagir mal a críticas. É certo que ninguém gosta de ser criticado, mas é importante aprender a lidar com as criticas e não reagir de forma intempestiva. Procure não tomar as críticas de forma pessoal, pense antes que este pode ser um bom caminho para melhorar o seu desempenho profissional.

4º Desentender-se com o chefe. Não pretendemos fazer a apologia à adulação, mas é bom que não se esqueça de “quem manda”. Evite, a todo o custo, chegar a uma situação de confronto directo, e não deixe uma diferença de opinião transformar-se em discussão.

5º Não cumprir o que lhe é pedido.É grave deixar de fazer o que lhe é pedido por mera distracção. Organize bem o seu tempo, planeando as tarefas de forma a que não fique nada por fazer. Existem inúmeras ferramentas que o podem auxiliar a agendar tarefas sem correr o risco de ficar em falta.

6º Recusar-se a colaborar. Actualmente, a flexibilidade é uma das mais solicitadas competências profissionais. Não estranhe se, ocasionalmente, lhe for pedido para desempenhar tarefas que fujam ligeiramente ao âmbito das suas funções habituais.

7º Desvalorizar a equipa. Menosprezar o esforço dos colegas e não assumir a importância do espírito de equipa para o sucesso de uma determinada tarefa, é um tipo de atitude que faz cada vez menos sentido nos dias de hoje.

8º Lançar e espalhar boatos sobre a vida pessoal dos colegas. Este é um caso para o qual se adequa perfeitamente a velha expressão “não faças aos outro, o que não gostas que façam a ti”. É fácil perceber os motivos que levam à censura generalizada deste tipo de condutas que podem, inclusive, ter consequências muito sérias e difíceis de ultrapassar.

9º Não cumprir o horário. Chegar constantemente atrasado, recusar-se a ficar um pouco para além da hora, e ter sempre mil e um motivos para se ausentar… A falta de assiduidade é uma falha grave num meio organizacional cada vez mais competitivo.

Sexta-feira, Setembro 05, 2008

Benedita, durante as gravações dos "Morangos com Açucar" (verão de 2004, durante o Euro), como pudeste dizer linguagem grosseira com produtores e alguem do staff? Isto é um insulto às regras de educação! Como foste capaz? Tu tiraste-me do sério! É tempo de dizer "Basta!" Eu não sei o que hei-de fazer contigo, só apetece chamar a polícia ou fazer queixa ao Director da TVI. A justiça vai falar mais alto! Prepara-te para o pior!